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emancipados & mediocres na internet
| AUTHOR | Da Costa, Cleberson Eduardo |
| PUBLISHER | Createspace Independent Publishing Platform (09/26/2012) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
IEMANCIPADOS & MED OCRES NA INTERNET, assim como tantas outras obras, nasceu a partir de uma releitura, da necessidade de se dar um novo sentido ao paradoxo existente entre o pensamento de dois grandes fil sofos: Arist teles, pensador de origem Maced nica, disc pulo divergente de Plat o, da Gr cia antiga, (a.C.), e Jean Paul Sartre (1905-1980), fil sofo existencialista do s culo XX.Epistemologicamente, tal problem tica est situada entre duas distintas teorias do ser: A de Arist teles, centrada nas concep es sobre o Ato e a Pot ncia, caracterizadas pelas finalidades do ser, ou seja, em rela o ao que o ser pode vir a ser a partir do que se ; e a concep o de Sartre, contr ria a de Arist teles, que preconiza que "o ser o que ", ou seja, que n o um ser fechado em si, em uma natureza, mas aberto para uma Condi o Humana.IIO novo sentido, a releitura, consiste exatamente num estudo mais aprofundado, especificamente no que diz respeito s concep es Aristot licas de homem, em que se vislumbra, descobre-se, dois diferentes sentidos para o termo finalidade: O primeiro, como objetivo (alvo a ser alcan ado); e o segundo como fim a que algo se destina (predetermina o ou pr -determina o).O que se desvenda que, todos os outros seres, na teoria do Ato e da Pot ncia de Arist teles, diferentemente do homem, est o concebidos como sendo seres irracionais, e, portanto, dentro de uma concep o de finalidade, pela natureza, determinista e/ou pr -determinista. Todavia, quanto ao homem, h uma finalidade, mas n o como predetermina o ou pr -determina o, e sim como alvo a ser atingido. Ou seja, existe algo em aberto, um "que fazer" humano, uma condi o que precisa ser atingida para que o homem se torne homem de fato, muito al m dele simplesmente nascer homem, crescer e morrer. Arist teles definia o homem como um ser racional por natureza (mas como alvo a ser alcan ado e n o no sentido de determina o) e considerava a atividade racional, o ato de pensar, como a ess ncia dessa dita finalidade, isto , como o poder viver de acordo com a sua raz o. Dizia ele que, para ser feliz, para realizar-se enquanto homem, essa raz o deveria comandar os atos da sua conduta tica, orientando-o na pr tica da virtude.Te ricos que se centraram especificamente nas concep es do Ato e de Pot ncia, sem entender que havia uma exce o a essa regra especificamente relativa ao homo sapiens, ao "ser homem", dado que Arist teles tinha tamb m uma teoria paralela, espec fica para o ser homem, n o entenderam Arist teles como deveria e, assim como Sartre, ainda que com toda a sua grandeza e magnitude filos fica, julgaram-no mal.Arist teles, ao falar da conduta tica, da pr tica da virtude, e da busca pela felicidade, fala da necessidade da exist ncia de uma condi o humana verdadeiramente humanizada no homem, em coer ncia com a sua racionalidade, para que ele de fato se humanize, e n o de qualquer condi o dita humana, ma sim de uma que permita a ele se tornar ser humano de fato.IIIBuscando respaldo em Nietzsche, nas suas aprecia es de que "o homem uma ponte que vai do animal para al m dele mesmo", assim como tamb m nos fundamentos epistemol gicos existencialistas, e confrontando dialeticamente esses saberes com as problem ticas hist ricas de exclus o social e econ micas, especialmente no presente s culo, chegamos ao axioma de que: Homens distantes de uma condi o humana humanizada de fato, distantes do exerc cio da sua racionalidade, al m de n o se realizarem enquanto seres humanos de fato; al m de n o se tornarem homens de fato, adquirem, incorporam, em si, qualquer outra condi o existencial paradoxal a uma condi o humana humanizada de fato, tornando-se escravos, animalizados, alienados, etc.
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9781479393985
ISBN-10:
1479393983
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
94
Carton Quantity:
86
Product Dimensions:
5.98 x 0.19 x 9.02 inches
Weight:
0.30 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Adult & Continuing Education
Descriptions, Reviews, Etc.
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IEMANCIPADOS & MED OCRES NA INTERNET, assim como tantas outras obras, nasceu a partir de uma releitura, da necessidade de se dar um novo sentido ao paradoxo existente entre o pensamento de dois grandes fil sofos: Arist teles, pensador de origem Maced nica, disc pulo divergente de Plat o, da Gr cia antiga, (a.C.), e Jean Paul Sartre (1905-1980), fil sofo existencialista do s culo XX.Epistemologicamente, tal problem tica est situada entre duas distintas teorias do ser: A de Arist teles, centrada nas concep es sobre o Ato e a Pot ncia, caracterizadas pelas finalidades do ser, ou seja, em rela o ao que o ser pode vir a ser a partir do que se ; e a concep o de Sartre, contr ria a de Arist teles, que preconiza que "o ser o que ", ou seja, que n o um ser fechado em si, em uma natureza, mas aberto para uma Condi o Humana.IIO novo sentido, a releitura, consiste exatamente num estudo mais aprofundado, especificamente no que diz respeito s concep es Aristot licas de homem, em que se vislumbra, descobre-se, dois diferentes sentidos para o termo finalidade: O primeiro, como objetivo (alvo a ser alcan ado); e o segundo como fim a que algo se destina (predetermina o ou pr -determina o).O que se desvenda que, todos os outros seres, na teoria do Ato e da Pot ncia de Arist teles, diferentemente do homem, est o concebidos como sendo seres irracionais, e, portanto, dentro de uma concep o de finalidade, pela natureza, determinista e/ou pr -determinista. Todavia, quanto ao homem, h uma finalidade, mas n o como predetermina o ou pr -determina o, e sim como alvo a ser atingido. Ou seja, existe algo em aberto, um "que fazer" humano, uma condi o que precisa ser atingida para que o homem se torne homem de fato, muito al m dele simplesmente nascer homem, crescer e morrer. Arist teles definia o homem como um ser racional por natureza (mas como alvo a ser alcan ado e n o no sentido de determina o) e considerava a atividade racional, o ato de pensar, como a ess ncia dessa dita finalidade, isto , como o poder viver de acordo com a sua raz o. Dizia ele que, para ser feliz, para realizar-se enquanto homem, essa raz o deveria comandar os atos da sua conduta tica, orientando-o na pr tica da virtude.Te ricos que se centraram especificamente nas concep es do Ato e de Pot ncia, sem entender que havia uma exce o a essa regra especificamente relativa ao homo sapiens, ao "ser homem", dado que Arist teles tinha tamb m uma teoria paralela, espec fica para o ser homem, n o entenderam Arist teles como deveria e, assim como Sartre, ainda que com toda a sua grandeza e magnitude filos fica, julgaram-no mal.Arist teles, ao falar da conduta tica, da pr tica da virtude, e da busca pela felicidade, fala da necessidade da exist ncia de uma condi o humana verdadeiramente humanizada no homem, em coer ncia com a sua racionalidade, para que ele de fato se humanize, e n o de qualquer condi o dita humana, ma sim de uma que permita a ele se tornar ser humano de fato.IIIBuscando respaldo em Nietzsche, nas suas aprecia es de que "o homem uma ponte que vai do animal para al m dele mesmo", assim como tamb m nos fundamentos epistemol gicos existencialistas, e confrontando dialeticamente esses saberes com as problem ticas hist ricas de exclus o social e econ micas, especialmente no presente s culo, chegamos ao axioma de que: Homens distantes de uma condi o humana humanizada de fato, distantes do exerc cio da sua racionalidade, al m de n o se realizarem enquanto seres humanos de fato; al m de n o se tornarem homens de fato, adquirem, incorporam, em si, qualquer outra condi o existencial paradoxal a uma condi o humana humanizada de fato, tornando-se escravos, animalizados, alienados, etc.
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